— Elizabeth Gilbert
(Source: kari-shma)
— Elizabeth Gilbert
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(Source: stellarlife)
Dizer algo bonito sobre o céu, te comparar ao mar. Fazer metáforas com montanhas e terremotos ou qualquer coisa que seja grande e devastadora. Qualquer coisa que seja maior e tenha mais significado do que eu. Porque eu não posso ser o céu, o rio ou mar. Mas você pode, você definitivamente é maior e inalcansável.
Também preciso fazer minhas construções, encostar minha escada na parede, subir os degraus contando os passos. Do contrario, como é que eu vou ter coragem ou altura pra olhar dentro dos teus olhos?
Então a resposta é não. Continuo com esse trabalho sujo e deplorável de escrever tudo que o resto do mundo tem vergonha de admitir. Eu assumo os calos, ergo um patamar do chão com a dor de um domingo à noite, tenho as roupas cheia de tintas e sangue. E tá tudo bem.
Desde que eu consiga enrolar as pernas em tua cintura ou fazer minha boca caber dentro da tua, tá tudo bem. A sina, a bad trip lúcida, o vazio, a distância.
A gente dá um jeito. O resto é bobagem.
— Ana L. Alvesin Na ponta dos pés. Minhas metáforas também tem complexo de altura
(Source: thesameday)
(Source: jamesagratti)
(Source: prometheuus)